Rock Pedagógico e suas implicações

A todos.

Fazer sucesso é tudo na vida.

O problema é que as pessoas tendem a acreditar que só grandes rockstars fazem sucesso, e que se você não vende nem 100.000 discos, você não fez sucesso.

O LumberJacks experimenta um sucesso, ainda que pequeno do ponto de vista de volume, mas a diferença que faz na vidas das pessoas é enorme. São familiares, amigos, vizinhos, chefes….enfim. Portanto, os LumberJacks fazem sucesso COM AS PESSOAS QUE IMPORTAM na vida deles, afinal, quem pensa realmente em viver da música

Pensem nisso, todos os músicos (todos que sabem tocar um MI, para mim são músicos) só aprendem música para se apresentar, se não quer se apresentar para que aprende (mesmo negando, nego só aprende música para tocar ao vivo)?!

Mas eu divaguei em outros assuntos, o título é “Rock Pedagógico e suas implicações” por um motivo muito claro, nosso próximo evento tem esse nome pois é o encerramento de um evento pedagógico, a forma que o sucesso vem é das mais variadas.

Esse evento é um sucesso antes mesmo de acontecer, e nos enche de orgulho e alegria.

Pense, tocar em um palco ITALIANO com platéia de 650 lugares… PFFFFF

Músicos profissionais demoram uma CARREIRA para ter esse tipo de reconhecimento.

Fazemos um bom trabalho, fizemos sucesso e isso incomoda… Tivemos já casos de gente copiando nosso sucesso, copiando nossos convites, nossos brindes e nosso modo de trabalho. Quem copia vai um recado “VAI TOMAR NO CU”.

É isso, o sucesso incomoda e todo mundo quer uma parte, mesmo que não tenha feito nada…

Convite do FACEBOOK http://www.facebook.com/events/290146544410913/

Vejam o Flyer do evento. Se der, compareçam.

— Yuri Sá

Wah Wah – A nova fronteira

Hela Fella.

Depois desse furor de compras norte-americano, eu comprei um GCB-95…O mais básico crybaby de todos, sem controles nem nada, é puro efeito e pronto.

É o menino

Pois bem, há bastante gente que reclama dele, principalmente que ele come o tom, pasmem, já ouvi que era a chave SPDT, e ouvi o seguinte comentário “Troca a chave que fica tudo bem”…paremos, vocês acham mesmo que a Dunlop ia comprometer o tom por causa de uma chave?!

Claro que não. O que tem é que o GCB-95 já vem com um buffer pronto pra você colocar um fuzz, presente no JH-1FW, o pior é que eu ouvi essas críticas de um cara que é o maior fan boy da Boss possível (tradicionalmente conhecida por colocar buffer 100% digital em seus pedais)…

É relativamente simples arrancar o buffer, mas eu não vou fazer não, foda-se…nem tenho o ouvido tão bom assim mesmo.

Voltando ao Wah, ele veio com o Red Fasel!!! pois é rapaz, o mais ralé dos pedais veio com o melhor indutor da linha Dunlop.

Voltando ao assunto, eu o comprei e estou tocando praticamente tudo com ele agora, menos exercícios, mas ele ajuda muito nos solos e etc, mas como diria o documentário “CryBaby Doc” (clica ae, é digratis no youtube) você tem que ficar espertíssimo para não “Over do”, não usar demais e ficar feio seu som, parecendo trilha de filme porno do anos 70

Com esse medo anotado eu comecei a absorver bastante material explorando maneiras de usá-lo de forma “satisfatória”…

Caras, o pedal é muito versátil e realmente as possibilidades são infinitas…

Esse é o grande problema, você nunca sabe o que se pode fazer com ele, e fica meio perdido no mar de possibilidades que ele te abre. Tocar com Wah, eu achei relativamente fácil, imitar Hendrix é bastante fácil, uma vez que o uso de Wah dele era mais introdutório do que melódico…

Mas não é só isso que eu quero, eu quero realmente aumentar minha capacidade interpretativa com esse efeito.

Por isso eu bolei uma estratégia para aumentar meu conhecimento na área

1- Vídeos, assisti o próprio Documentário, é bastante elucidador e te dá um parametro histórico de utilização…. NESSE ENDEREÇO.

2 – Estou lendo o livro “The Wah-Wah Book” da Hal Leonard. É um cara que faz um paralelo fudido entre teoria e prática com solos e etc, explicando tudo no melhor estilo Troy Stetina, o livro pode ser encontrado aqui. http://www.halleonard.com/product/viewproduct.do?itemid=696544&lid=0&subsiteid=7&

3 – Ver vídeos de shredders no YouTube, isso ajuda para explorar as possibilidades. o que eu mais gostei foi esse ó:

Do Guthrie Govan…
Muito bom, então vamos atrás….

 

É isso galera. Depois eu posto mais sobre os problemas e soluções dele…

 

Se alguém tem críticas, soluções, problemas, só falar comigo ae.

— Yuri Sá

Review/avaliação de Gear que eu não fiz, AmpLINK…

Então manos.

Eu fiz as minhas interfaces iCoiso desde o princípio (aqui, aqui e aqui), mais por necessidade do que por vontade, embora seja verdade que eu gosto pra caralho de fazer essas coisas.

Enfim, eu queria algo para comparar, uma espécie de benchmark, saber se o meu é bom ou não, então comprei o Peavey AgilePartners AmpLINK.

Casamento Peavey/Apple Eles ficam bem juntos.

A uma primeira impressão, ele é bastante compacto e na embalagem diz que é para treino com fone ou ligar no PA. Porém, logo de cara percebi uma cagada imensa.. a saída dele é P2, SOMENTE P2… Então para tocar “live & loud” você fica na mão de adaptadores (um lixo) ou então de uma mesa com P2, convenhamos, quem tem uma dessa?!

Olha ele aí dizendo que dá pra ligar em PA

Me animei, pois ele é bonitinho pra caralho… Lembrando que ele tem um circuito ativo NA ENTRADA, o que faz com que você tenha que usar menos volume no iCoiso, o que significa menos MICROFONIA, que é um problema foda quando você se empolga com TubeScreamer, Peavey 3240 e por aí vai…

Segue a filosofia Apple, sem botão de liga, quando você coloca o P10 da guita ele já liga sozinho (nunca esqueça de desligar, já foram 4 pilhas AAA nessa)

Liguei, fiz os testes devidos e realmente a entrada fica mais alta lá no VU meter…

Usei meus presets normais que já utilizava com o CRAY , e aí veio uma diferença foda, por eu ter uma entrada regulada “à maior” (meu circuito ativo é na SAIDA), rigorosamente todos deram microfonia… Claro que era regulagem, então eu fiz cópias dos setups e mudou bastante, o volume ficou mais parecido com aquilo que eu estava acostumado.

Isso dele ter o ativo na entrada é legal, mas por isso mesmo ele não conta com uma facilidade que o meu conta controle de volume…

Quando você está com o AmpKIT (software) ligado, mais que 70% de volume geral no dispositivo invariavelmente dá microfonia e dependendo do fone que você utiliza, simplesmente esse volume não dá, você acaba tocando baixo demais e não tem a menor definição.

No CRAY, eu simplesmente deixo o volume do iPad em 50% para evitar qualquer microfonia e etc, e estupro o volume de saida quando ligado no ativo… Nele eu uso o Ativo para treino no fone e o passivo para tocar em AMP, e dá certo pra caralho, a saída do passivo é RIGOROSAMENTE IGUAL a da guitarra pura.

Vamos ao “quadro sinótico” (a galera do direito pira), não vou classificar como “Prós e contras” isso quem decide é quem tem que usar porra, vou colocar só os fatos:

  • É bastante compacto, cabendo em qualquer lugar, inclusive colando ele na guitarra.
  • É bonitinho
  • É meio caro
  • Não altera o timbre da guitarra, somente dá um “UP” na entrada do iCoiso
  • Não tem controle de volume
  • Só tem saída P2 (3,5mm)
  • Não vende no Brasil
  • Dá mais sustain do que um circuito passivo
  • É difícil de achar
  • A diferença dele para o CRAY é o nivel de entrada, e só. (no CRAY eu compenso isso com um volume geral bem inferior)

 

Assim fica então, se tiver qualquer dúvida, comenta, me ache no FB, ou mesmo no Twitter….falou?!

— Yuri Sá

Ace of spades

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— Yuri Sá

Headstock

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— Yuri Sá

Tarraxas Fender

Teaser do overhaul que fiz na minha guitarra…. Fiquem atentos

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— Yuri Sá

Faça o que fizer não pare nunca de tocar (praticar)

Bom dia, folks.

As vezes, por eu trabalhar por conta própria e estar atrás de um novo graal, eu me envolvo em algum projeto que a princípio era trivial, porém é algo que pode se tornar bem complicado, seja ele uma nova linguagem de programação (trabalho), novo esquema de eletronica (lazer), algum hardware inovador (trabalho)… E se bobear fico semanas a fio sem fazer MAIS NADA da minha vida. Infelizmente isso me bloqueia até de tocar.

Tal capacidade de concentração parece uma ótima qualidade, são dois problemas relacionados à isso, 1 – não consigo controlar o que me draga pra esse mundinho de autista (então o que me atrai é RANDOM), 2 – alguma coisa SEMPRE sofre, seja a Guitarra, a Esposa (negligenciar esposa é foda né tios) ou até mesmo aquela cervejinha. Isso pode demonstrar um certo comportamento obsessivo…e dae?

Normalmente há uma boa razão para que eu me envolva com essas coisas e no final vai acabar contribuindo para minha vida, mas é tão triste eu perder tanto por conta de algo que possa talvez não funcionar, ou pior, te puxar para baixo.

O problema é que tocar é uma coisa em parte mecânica, na verdade, tanto quanto cerebral e se você não praticar, já era.

Outra coisa, para meu texto aqui fazer sentido, é que mesmo o cara que toca  ESTRITAMENTE POR LAZER é um musicista, mesmo que amador, mesmo aquele cara que só comprou um violão pra pegar a mulherada na praia, sim, eu o considero um musicista, a menos que ele toque Legião Urbana, aí ele é um escroto.

Sendo um musicista, você tem que praticar, e pronto. Não é como jogar futebol, não é como andar de bicicleta, não é como caminhar.

Música é diferente destes outros hobbies, musica tem estética, música tem beleza e graça, ritmo, que se perder, perdeu tudo. E isso se perde se não praticar. ESSE PROCESSO É MUITO RÁPIDO

Quando você não toca, você retrocede. Um dia sequer, você se lasca. Os dedos endurecem, você não lembra dos atalhos na escala.

Fica aqui as tradicionais dicas, sobre essas coisas:

  • Quando viajar, leve uma guita, uma boa é comprar essas guitarras de R$ 200,00 pra criança, é pequena e algumas dá pra tocar com fone sem mais nada (no AMP), e você vai botar pra fuder, sem medinho de bater ou quebrar alguma coisa nela.
  • Invista MAIS dinheiro ainda, compre um Shred Neck. Eu comprei o meu tem umas 2 semanas e é bom demais pra treinar escalas, coloco o metronomo para virar e vou treinando, é muito bom mesmo. Mas é caro e não é “musical”, vou fazer um vídeo pra vocês sobre esse assunto. Posso dizer então que treino guitarra de 6 em 6 horas. Todo dia.
  • Absorva material no tempo livre: Leia material guitarristico, veja um dvd de instrução, video-aula, sei lá, se vire.
  • Aprenda teoria musical quando você OBRIGATORIAMENTE tenha que ficar longe da guita.

Fiquem espertos, se parar de tocar algum tempo seus dedos ficam moles e preguiçosos….

— Yuri Sá

Dica de site bacana

Olá mocinhas.

Estou preparando infinitos materiais para o site, mas até lá fiquem com essa dica.

Estava procurando referencias de solo para ajudar num projeto que estou iniciando aí e achei esse site.

http://www.effective-lead-guitar.com/

É um site focado em guitarra solo, contendo dicas, exercícios e tudo o mais, o mais bacana é que tem exemplos em audio (deve ter um shredder foda escrevendo pra eles, alguns exemplos eu achei que era MIDI)…

 

Divirtam-se.

— Yuri Sá

Modelo Banda/Casa – Minha saga com um FDP e um Boteco de Merda. Parte 1 – O Problema

Ola amigos.

Vou escrever meus pensamentos sobre o absurdo que é o modelo Banda/Casa que hoje impera nas baladas de Rock de SP e tal…Ontem eu senti na pele essa merda.

Voltando a fita, ontem nós tivemos um ensaio do LumberJacks (evento que levou mais de 150 pessoas para um boteco fudido em São Roque, numa terça chuvosa), o ensaio já estava combinado e marcado na agenda do FDP dono da porra do boteco de merda, nós iríamos usar somente os retornos e tal.

Eu cheguei uma hora antes do combinado para que pudéssemos organizar a porra direito, aí já começa, o FDP não estava e não tinha avisado ninguém do ensaio. Superado isso começamos a montar os equipamentos chega o FDP todo esbaforido dizendo que tinha sido mó correria que ele ia sair e não voltava mais (mentira ele ficou no boteco de merda o tempo todo), E QUE NAO IA LIGAR EQUIPAMENTO NENHUM…

Eu reagi meio que como Bill Gates reagia às trapalhadas de suas equipes, dei um sorrisinho e fervi por dentro, o diálogo abaixo expressa as palavras, mas não minha sanha homicida que estava surgindo na minha medula, que foi só refreada pelo respeito que eu tive de quem estava lá e queria tocar, teve gente que veio de São José dos Campos, tava com roupa de trabalho ainda…

Tarcisio arrebentando!

Eu não ia decepcionar esse cara...Ele está com roupa de dentista ainda...veio de SJC...

FDP:   Olha, como vocês não confirmaram nada, eu vou ter que sair e não vai dar pra ligar nada pra vocês hoje.

Eu: Como assim? Não tinha agendado com o Alex?

FDP: Tinha, mas como ele não me veio confirmar achei que vocês não vinham…

Eu: … Então beleza, a gente dá um jeito aqui.

O que o FDP queria era que eu implorasse pra tocar no buteco de merda dele. Que implorasse pra usar as Potencias e os PA’s de merda dele, que me humilhasse pra que ele me fizesse um favor sendo que já estava tudo combinado. FDP.

Pois eu não o fiz, quando eu falei “então tá”, ele não contava que eu tinha os equipamentos pra fazer o ensaio. Ele ainda soltou um “Tem certeza?”. Eu confirmei, ele se mostrou decepcionado. FDP.

Meu equipamento é simplório, é uma mesa de 6-10 canais e um par de caixas multi uso de uns 50 Watt, que não cobriria uma bateca acustica mas nem fodendo. Coisa pra minha diversão, com meus familiares e amigos em churrasco…

Mas Deus protege os homens de boa fé, o baterista trouxe uma bateca Eletronica!!! Quando eu vi a bateca eletronica, quase chorei de emoção….Eramos nós, bons homens contra uma corporação do mal, um boteco metido à carnegie hall. E VENCEMOS.

No nosso ensaio, onde as fotos podem ser vistas aqui, tinha mais gente que no bar como um todo, incluindo funcionários.

O ensaio estava rolando incrivelmente bem, quando o FDP invade e pede pra gente baixar um pouquinho o som…Resignados, oprimidos aceitamos de bom grado…Já planejando um motim…

O FDP conseguiu muita coisa, tentando fazer com que eu me submetesse. Inclusive a nossa IRA.

Esse será o ultimo LJGC Reunion lá, isso se eu não conseguir outro lugar hoje ainda (tenho a manha de mudar o evento na moral) e simplesmente não aviso o FDP… “Eye for an Eye”…

Feito a explanação, na próxima parte vou explicar a reclamação do modelo Banda/Casa (casa nesse caso é o Boteco de Merda)

— Yuri Sá

LumberJacks GC

Olá.

Estou inventando moda, se eu ganhasse 1 centavo por cada idéia que eu tenho e não anda, estava rico, mas tem algumas que a gente para tudo o que está fazendo para fazer a coisa andar… Essa é uma delas

Será um grupo, que se reunirá periodicamente e, com recursos PRÓPRIOS, se apresentará. Com total apoio técnico do Jedi (Alex Poliver).

Em uma analogia perfeita, será o mesmo que um MotoClube (M.C.), só que de guitarras, uma coisa para juntar os amigos, tocar, beber e falar besteira.

Foi assim que foi fundamos o LumberJack’s Guitar Club.

Pela guitarra seremos unidos.

O primeiro evento já está marcado, é dia 24/01 no V8 Rock Place.

Curta a página de Alex Poliver no Facebook, confirme sua presença no evento e aumente suas chances de ganhar  o violão! (você ganha 2 tickets)

Página de Alex Poliver no Facebook: http://www.facebook.com/pages/Alex-Poliver/104430202989313

Convite para o evento no facebook: http://www.facebook.com/events/341339065876478/

— Yuri Sá